Raspberry Pi: como um computador de 50 reais pode revolucionar a informática

Conheça o PC que tem o tamanho de um cartão de crédito e que promete estar em todas as escolas do mundo em pouco tempo.

Entre os lançamentos de novos computadores pessoais e smartphones, os que mais chamam atenção geralmente são aqueles que apresentam recursos de última geração e um hardware superpoderoso.

Mesmo assim, um novo produto que vai totalmente contra essa tendência promete revolucionar a informática, sendo que o seu trunfo é justamente ter um hardware bastante simples. Estamos falando do Raspberry Pi.

O nascimento da ideia

Acredite, tem um computador inteiro aqui (Fonte da imagem: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)

O projeto Raspberry Pi tem como objetivo disponibilizar um computador simples e de baixíssimo custo para que jovens e crianças do mundo tudo possam ter acesso às ferramentas básicas para o aprendizado de programação. A ideia foi proposta por um grupo de estudantes do laboratório de computação da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos, ao perceberem que o nível de conhecimento dos novos alunos estava em constante declínio.

Eben Upton e seus colegas notaram que a maioria dos jovens que se inscrevia para o laboratório de computação do campus tem apenas experiência básica com programação web. O quadro atual é bem diferente do que acontecia nos anos 90, quando os novos alunos do curso de informática eram entusiastas da eletrônica que já haviam praticado computação de baixo nível como hobby.

Logo, o grupo de estudantes concluiu que um dos principais motivos para este declínio é a baixa disponibilidade de ferramentas simples voltadas para programação. Hoje, não existem mais computadores como o Commodore 64 e o Amiga, que exigiam um grau mínimo de conhecimento em computação para que fossem operados. O Raspberry Pi veio justamente para preencher esta lacuna.

Como funciona

Os primeiros protótipos nasceram ainda em 2006 e têm sido aprimorados desde então. A atual versão, que já está em produção, resume-se a apenas uma pequena placa contendo todos os elementos centrais de um PC, com o tamanho próximo ao de um cartão de crédito.

Os componentes do Raspberry Pi (Fonte da imagem: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)

O principal componente do Raspberry Pi é um pequeno circuito integrado que reúne o processador com a arquitetura ARM, a GPU VideoCore IV e a memória RAM. As especificações gerais são:

  • Processador ARM 11 de 700 MHz;
  • GPU VideoCore IV de 250 MHz;
  • 256 MB total de RAM;
  • Saída de Vídeo HDMI e RCA;
  • Saída de áudio P2;
  • Interface de rede ethernet;
  • 2 portas USB;
  • Conector Micro USB para alimentação (5 volts, 700mA).

Como o projeto Raspberry não tem fins lucrativos, os estudantes conseguiram convencer a Broadcom a fornecer o SoC principal por um preço bem abaixo do mercado, cerca de U$ 15 a unidade. Somando isso aos demais componentes, que também são de baixo custo, cada Raspberry Pi pode ser adquirido por apenas U$ 35 (cerca de R$ 67). Uma versão sem a interface de rede também está disponível por U$ 25 (R$ 48).

Um detalhe importante é que a memória RAM é compartilhada entre o processador e a GPU, sendo que apenas 186 MB ficam disponíveis para o sistema. As configurações de inicialização básicas ficam guardadas em um arquivo de texto que também está no cartão SD juntamente com o SO, dispensando a necessidade de uma BIOS.

Por se tratar de um sistema bastante simplificado, apenas versões do Linux que foram modificadas especificamente para o Raspberry Pi estão aptas para funcionar como sistema operacional; nada de Windows. Apesar de suas configurações modestas, o computador é plenamente capaz de reproduzir vídeos em resolução Full HD através da interface HDMI.

Aplicações

O objetivo primário do Raspberry Pi é ser uma solução simples e barata para que jovens possam dar os primeiros passos no mundo da programação, principalmente nos países em desenvolvimento. Por isso, a ferramenta MIT Scratch, que ensina o básico da programação de uma maneira mais leviana, está inclusa em todas as versões do sistema operacional.

Aplicativo de aprendizado que está incluso no Raspberry Pi (Fonte da imagem: Divulgação/MIT)

Porém, o projeto pode ir muito além da área educacional. Todos os projetos e códigos-fontes utilizados no pequeno computador foram disponibilizados ao domínio público pela Raspberry Pi Foundation, permitindo que qualquer fabricante possa fazer modificações ou até clones mais baratos da placa.

Muitos até o veem como uma solução de baixo custo para centrais multimídia, e até como uma alternativa para os dispositivos que mantêm os painéis publicitários funcionando em espaços públicos, como shopping centers.

Este não é o único computador compacto e de baixo custo a aparecer no mercado. Projetos como o Plug PCtambém oferecem soluções parecidas. Porém, assim como o Arduino revolucionou a mecatrônica, a natureza open-source do Raspberry Pi o torna ideal para os  entusiastas do código aberto, já que pode ser explorado e modificado à vontade.
Fonte: Tecmundo

Fibra ótica já é passado: internet rápida agora é com laser

Feixes de laser permitem transmissão de dados (Foto: Reprodução/Tecnoblog)

Enquanto as técnicas de transmissão de dados atuais se utilizam de cabos, ondas de rádio ou feixes de luz, um grupo de pesquisadores da Universidade de Taipei, em Taiwan, desenvolveu uma rede de transferência de dados utilizando simples canetas laser. Chamada de Visible Light Communication System, a tecnologia consegue uma conexão mais rápida e com menos erros que o Wi-Fi e o Bluetooth.

A parte “nova” do sistema é mesmo a técnica de transmissão, já que os equipamentos usados são bem antigos: tratam-se de canetas lasers comuns, dessas que são usadas para brincar com gatos ou apresentar slides no datashow. Os pesquisadores, para testar o conceito, usaram duas delas – uma vermelha e outra verde. Eles adaptaram um canal de transmissão de dados em cada uma das canetas e conseguiram atingir a incrível velocidade de 1 GB por segundo (500 MB por segundo para cada feixe).

Entre as vantagens da tecnologia está o baixo custo desse tipo de configuração (o grupo criou uma rede com menos de R$ 1.150) e a confiabilidade dos dados: no padrão Wi-Fi, a taxa de erros é de 1 bit para cada 100 mil transmitidos, enquanto que nos lasers a taxa é de 1 bit para cada 1 bilhão de bits enviados pelo canal.

Uma desvantagem da técnica, no entanto, é o fato da conexão poder ser interrompida facilmente, bastando qualquer objeto entrar no caminho do feixe de laser. E é essa limitação que torna muito difícil que essa tecnologia possa chegar ao mercado algum dia.

 

Fonte: Tectudo

Conheça Stompy, o veículo que parece uma aranha-robô gigante

(Fonte da imagem: Reprodução/Dvice)

(Fonte da imagem: Reprodução/Dvice)

Stompy é o nome do “veículo” desenvolvido pelo Projeto Hexapod, criado pelo Artisan´s Asylum, Inc. em Massachusetts, nos Estados Unidos. O carro de seis pernas mais parece uma aranha-robô gigante do que um automóvel comum. Segundo os criadores, o objetivo é que ele se mantenha acima dos veículos normais no trânsito: tudo para evitar os congestionamentos.

O tamanho do veículo também impressiona: o peso é de mais de 1,1 mil kg, e a distância entre as “patas” do robô é de cerca de 5,2 metros, enquanto a altura do chão até a base é de 1,83 metro. Veja na imagem a seguir a comparação do Stompy com um veículo normal.

(Fonte da imagem: Reprodução/Dvice)

O projeto está no estágio inicial de produção e não possui data de lançamento oficial, mas tudo indica que não deverá demorar muito até que o Stompy esteja completo, já que muitas das peças que vão compor o monstro mecânico estão sendo produzidas simultaneamente.

Ainda não foi divulgado se algum supervilão encomendou alguns modelos para o seu exército ou se entre os opcionais estarão raios laser e submetralhadoras. Brincadeiras à parte, vamos aguardar a primeira viagem do veículo e ver como ele vai se comportar no trânsito.

Fonte:  Project Hexapod e Dvice

Fonte: Tecmundo

Brasil é primeiro país a usar sistema de código aberto da Mozilla para celular

Gary Kovacs, CEO da Mozilla, lança sistema operacional da empresa no Brasil (Foto: Laura Brentano/G1)

Gary Kovacs, CEO da Mozilla, lança sistema operacional da empresa no Brasil (Foto: Laura Brentano/G1)

A Mozilla, responsável pelo navegador Firefox, e a Telefônica Digital anunciaram nesta quinta-feira (19), em São Paulo, um sistema operacional aberto para celulares (open source), baseado na tecnologia HTML5, que permitirá levar aplicativos desenvolvidos para smartphones a celulares mais baratos e com menor poder de processamento.

As empresas anunciaram que o Brasil será o primeiro país a ter aparelhos com a tecnologia. O HTML5 é uma linguagem que permite adicionar elementos multimídia às páginas sem a necessidade do Adobe Flash.

O projeto, chamado “Boot to Gecko”, permitirá que aplicativos com o código HTML5 sejam usados em qualquer navegador de internet do celular. Ou seja, todos os recursos do aparelho, como mensagens, chamadas, buscas na web e jogos, serão desenvolvidos em HTML5 e executados por meio do navegador. Conforme a Mozilla, algumas funções vão funcionar mesmo sem o acesso à internet.

“Hoje, desenvolvedores criam aplicativos para iOS [da Apple], por exemplo, que não podem ser usados no browser do PC, no Android [do Google] ou no Windows Phone [da Microsoft]. Agora, estamos permitindo que os usuários escolham onde querem acessar essas aplicações”, explica Gary Kovacs, presidente-executivo da Mozilla, durante sua visita ao Brasil. Ele defende que o ecossistema de aplicativos não oferece o mesmo espírito de internet aberta. Porém, a melhor maneira de navegar na web pelo celular, hoje, é por meio de aplicativos, diz Kovacs.

Evolução da internet no celular
Segundo o executivo, o navegador vai parecer o sistema operacional do celular. “É nesse sentido que a experiência on-line está caminhando. A diferença entre aplicativos e páginas de web não precisa existir por causa do HTML5”, explica. “A chave do projeto é tirar as funções base dos celulares e aplicá-las na internet”, acrescenta.

Conforme a Mozilla, a expectativa é que o sistema operacional seja finalizado no fim deste ano e que sua produção comece em 2013. “Já estamos negociando com fabricantes, mas ainda não posso divulgar nenhuma informação sobre isso”, disse Kovacs.

O objetivo da Mozilla não é brigar com rivais como Apple e Google nas plataformas móveis, explica o executivo. Segundo Kovacs, o projeto com a Telefônica é uma evolução do acesso à internet nos dispositivos móveis, como aconteceu com os browsers há 10 anos. “Quando lançamos o Firefox, qualquer usuário de internet poderia usar. Depois, as outras empresas, que tinham browser fechados, fizeram o mesmo. Com a internet móvel será assim também”.

Web móvel para as massas
Kovacs diz que o objetivo do projeto é levar a internet móvel para as massas. Segundo o executivo, grande parte dos usuários atualmente não tem internet móvel acessível por causa dos altos preços dos smartphones. “Queremos tornar a internet disponível no nosso bolso para todo mundo”.

De acordo com o executivo, aparelhos como o iPhone têm processadores e outras características que encarecem o preço final para o consumidor. “O ‘Boot to Gecko’ permitirá rodar programas muito mais rápido do que os celulares atuais mais baratos, com menos poder de processamento”, explica.

Epson lança óculos futurista que reproduz filmes e imagens

Moverio BT-100 é o óculos futurista da Epson (Foto: Divulgação)

Moverio BT-100 é o óculos futurista da Epson (Foto: Divulgação)

A Epson lançou o Moverio BT-100, um óculos projetor que permite ao usuário assistir vídeos diretamente nos seus olhos, sem a necessidade de telas. O aparelho é capaz de projetar filmes, imagens e até mesmo sites para ambos os olhos, fazendo com que a imagem apareça em uma resolução equivalente a uma tela de 80 polegadas posicionada a cinco metros da sua vista.

As imagens, no entanto, têm uma tonalidade praticamente transparente, o que possibilita que o usuário, ao mesmo tempo em que vê os seus filmes, possa estar de olho em tudo que está ao seu redor. O óculos tem compatibilidade com uma grande variedade de arquivos e lê até mesmo arquivos em 3D.

O Moverio tem 1 GB de memória interna, mas suporta cartões de memória microSD de até 32 GB de armazenamento e possui conexão com dispositivos Android. Além disso, o gadget inclui um controle remoto que funciona com tecnologia Wi-Fi.

O melhor de tudo é que este não é mais apenas um daqueles projetos conceituais que encantam o público mas não vão para as lojas. Os óculos futuristas já estão à venda, por US$ 699 (em torno de R$ 1.200) no site oficial da Epson.

Fonte: Techtudo

Google lança ‘Go’, sua própria linguagem de programação

O Google anunciou sua nova linguagem de programação, chamada ‘Go’. Moderna, ela possui design orientado a objetos com sintaxe parecida com C/C++, e oferece dentre outras coisas garbage-collector, suporte a multi-processamento e reflections. Robert Griesemer, Ken Thompson, e Rob Pike iniciaram o projeto em 2007, que agora está reforçando a linha opensource do Google, pois ‘Go’ é distribuída sob a licença BSD.

O objetivo da empresa é obter uma linguagem que possa unir a velocidade de desenvolvimento de linguagens dinâmicas (como Python) com a performance e segurança de uma linguagem compilada (como C ou C++). Ou seja, querem juntar o melhor de dois mundos, e esse é o sonho de toda linguagem de programação: ser fácil, eficiente e segura.

O que raios levou o Google a criar sua sua própria linguagem de programação? cutucar a Microsoft? lançar mais produtos? fugir das limitações das linguagens atuais? Seja qual for o motivo, esse lançamento é mais um enorme passo do Google em busca do domínio mundial, além de avançar por novos caminhos.

Uma nova linguagem de programação própria pode ser ponto chave para a consolidação de seus sistemas operacionais (Android e Chrome OS). Atrair os desenvolvedores deverá ser o próximo passo para que o ‘Go’ não morra na praia. Se você ficou interessado em fazer parte do lado negro da força, acesse o site oficial da linguagem ‘Go’ e devore os tutoriais.

 

Fonte: Fayerwayer

Pesquisadores descobrem vírus ‘invisível’ que não usa arquivos

Forma “rara” de malware executa código diretamente na memória do sistema e abre comunicação com um servidor para baixar um Cavalo de Tróia.

 

Pesquisadores descobriram uma forma extremamente rara e possivelmente única de malware “fileless” (sem arquivos). O vírus é executado inteiramente na memória, sem a necessidade de salvar qualquer arquivos no HD da vítima.

A descoberta foi feita pela Kaspersky Lab, que recebeu relatos de um ataque de malware que explora uma vulnerabilidade Java comum (CVE-2011-3544) em sites russos, mas sem usar nenhum arquivo, como em um ataque Trojan convencional.

O malware executa JavaScript a partir de um iFrame embutido em um site infectado, injetando um código .dll (instruções) criptografado diretamente no processo Javaw.exe.

O objetivo do malware incomum parece ser duplo: desativar o Controle de Usuário do Windows (UAC) e agir como um “desbravador”, criando um bot para se comunicar com um servidor de comando e controle (C&C), a partir do qual pode receber instruções – incluindo uma para instalar o Trojan Lurk no PC.

A desvantagem deste ataque é que o internauta pode ficar livre dele apenas reiniciando a máquina (o que limpa a memória). Neste caso, uma nova infecção seria necessária. No entanto, é extremamente difícil de detectar. Não há arquivos gravados e, a princípio, nenhum arquivo é alterado no computador de destino. Se a falha explorada não é corrigida no micro, então os programas de segurança não vão detectá-la facilmente.

O uso de Java também torna multi-plataforma, capaz de atingir PCs, Macs e Linux.

A Kaspersky lembra que o novo malware é uma herança dos worms Code Red e Slammer de uma década atrás, mas ambos foram criados simplesmente para se disseminar o mais rapidamente o possível. Como ambos atacaram programas específicos da Microsoft usando estouro de memória (buffer overflow), arquivos não eram necessários.

O novo ataque abre uma brecha no sistema, sem chamar a atenção dos softwares antivírus, para o download posterior de um Cavalo de Tróia.

“Com base em nossa análise do protocolo usado pelo Lurk para se comunicar com os servidores de comando, vimos que, ao longo de um período de vários meses, eles processaram ??pedidos de até 300 mil máquinas infectadas”, escreveu o pesquisador Sergey Golovanov.

 

Fonte: Pcworld

Robô água-viva usa músculos artificiais alimentados a hidrogênio

O movimento do robô é feito por músculos artificiais circulares instalados abaixo do seu corpo de silicone, como se fossem as varetas metálicas de um guarda-chuva.

O movimento do robô é feito por músculos artificiais circulares instalados abaixo do seu corpo de silicone, como se fossem as varetas metálicas de um guarda-chuva.

Robô geleia

Pesquisadores norte-americanos criaram uma água-viva robô que se movimenta suavemente, impulsionada por músculos artificiais alimentados por hidrogênio.

O grande avanço do robô é o uso de músculos artificiais com um revestimento que permite que eles sejam acionados por uma reação exotérmica envolvendo o hidrogênio da água

O grande avanço do robô é o uso de músculos artificiais com um revestimento que permite que eles sejam acionados por uma reação exotérmica envolvendo o hidrogênio da água

Em tese, o robô pode se movimentar indefinidamente, sem nunca ficar sem combustível, uma vez ela retira o hidrogênio de reações químicas que ocorrem em sua superfície – ele ainda não é capaz de fazer isto.

“Pelo que sabemos, esta é a primeira vez que um robô subaquático é alimentado usando hidrogênio externo como fonte de combustível,” disse Yonas Tadesse, da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, criador do robô.

O robô, que vem sendo desenvolvido desde 2009, foi adequadamente batizado do Robojelly, ou robô-geleia – jellyfish é o termo em inglês para água-viva.

A água-viva serviu de inspiração para um veículo subaquático devido à simplicidade e eficiência do seu sistema de movimentação, abrindo-se e ejetando a água, o que pode ser muito eficaz quando se trata de observar outras formas de vida no oceano.

Músculos artificiais a hidrogênio

O movimento do robô é feito por músculos artificiais circulares instalados abaixo do seu corpo, feito de silicone, como se fossem as varetas metálicas de um guarda-chuva.

Quando os músculos se contraem, o corpo se fecha, ejetando a água em um sentido e impulsionando o robô no outro.

Quando o estímulo é retirado dos músculos artificiais, estes se contraem, fazendo com que o robô volte ao seu formato original, estando pronto para o próximo impulso.

Sem potência

A grande vantagem do conceito é que o robô não precisa de baterias e nem de reabastecimento. Tudo o que é necessário é que ele fique dentro d’água para se movimentar.

O primeiro protótipo não é muito eficiente e, apesar de “encenar” adequadamente, o hidrogênio que chega aos músculos artificiais não gera uma potência suficiente para fazê-lo sair do lugar.

Mas a capacidade de movimento foi demonstrada alimentando os músculos artificiais com uma fonte externa de eletricidade.

“Nós agora estamos procurando novas maneiras de levar o hidrogênio a cada segmento, para que cada um possa ser controlado individualmente. Isso deverá permitir que o robô seja controlado e se mova em diferentes direções,” disse Tadesse.

 

Fonte: Inovação Tecnológica

Dispositivo do tamanho de um cartão de crédito transforma qualquer TV em um PC

Começa a chegar ao mercado a partir do  mês de fevereiro um minicomputador revolucionário. Chamado de Raspberry Pi, o equipamento é minúsculo, do tamanho de um cartão de crédito, e custa apenas £ 16 (cerca de R$ 45). A máquina vem pronta para ser conectada a um televisor ou monitor via HDMI ou RCA e seu principal foco é o uso em escolas e em locais pobres.

Além da tela, você precisa também de pelo menos um teclado e um mouse para conectar ao minicomputador. Ele ainda possui uma saída de áudio, uma entrada USB 2.0, uma microUSB, suporte para cartões de memória SD e entrada para cabo de rede. São dois modelos diferentes, um com 128 MB de memória RAM e outro com 256 MB (esta custando £ 22, cerca de R$ 60). O processamento fica por conta de uma CPU ARM 11 de 700 MHz.

Com hardware simples, não há como esperar muito no que diz respeito ao desempenho. O Raspberry Pi é indicado apenas para uso de aplicativos básicos, como editores de textos e planilhas, e também aplicativos de programação. De acordo com o Daily Mail, o PC vem com Linux, o que ajuda a manter o preço baixo.

A parte multimídia, no entanto, não deixa tanto a desejar. Com os componentes que possui, o Raspberry Pi é capaz de rodar vídeos em alta definição a 1080p. Ele é alimentado via cabo de energia ou mesmo uma bateria, visto que o consumo de energia é bem pequeno. O minicomputador foi desenvolvido pela Raspberry Pi Foundation, uma organização sem fins lucrativos inglesa.

Fonte:Tecmundo

Fim da baixa autonomia? Bateria para elétrico pode atingir até 480 km sem recarga, afirma fabricante

   A GM começará a testar no Volt uma nova tecnologia. Batizada de energia densa e desenvolvida pela empresa norte-americana Envia, a bateria de 400 watts por quilograma dura mais e diminui o custo de recarga.

Tomando como padrão os preços norte-americanos, as baterias atualmente em uso custam entre 250 e 350 dólares. O novo equipamento, além de mais eficiente, tem o valor mais baixo: 125 dólares.

Graças ao novo processo, que foi parcialmente financiado pelo governo local, é possível circular até 480 quilômetros sem precisar recarregar. Os modelos atuais rodam entre 128 km e 160 km.

Segundo Atul Kapadia, presidente da companhia, em breve outras montadoras testarão a tecnologia. “A ideia é formar uma joint venture para fabricar baterias em parceria ou licenciar a tecnologia para outros parceiros”, explicou o executivo.

Por Michelle Sá / Fontes: Olhar Digital / Ciclo Vivo

Fonte: Carplace